segunda-feira, 13 de março de 2017

A profícua instalação

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O sitiante, em ajudo do filho, aproveitou términos de semana. O convívio, em sítio, exteriorizou chance e fortuna. A época, em benigna, serviu de engenho e ocasião. As caixas iscas, em enxames futuros (de africanas), caíram na inserção de cera (de abelha). Os artefatos, em lugares descampados e ensombrados, ficaram alocados na acomodação. A tarefa, em calor e suor (pessoal), serviu de distração e vocação. As duas dezenas, em chances, constituíram colocadas na instalação. Os enxames, em minguadas sociedades, puderam abrigar-se nos refúgios. As caixas, em associações, foram capturadas em múltiplas unidades. O morador, em súbito apicultor, graduou renda e tempo. As abelhas, em encaixotadas, ostentam valor mercantil. O ilusório vácuo, em criação e produção, multiplicou-se no artifício. A pessoa, em prosperidade, deve vislumbrar ensejos e esforços. A afeição e imissão, em curto tempo, instituem assombros e sobras. A natureza, em propagação, ostenta-se acelerada e profícua.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://scienceblogs.com.br

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