quinta-feira, 23 de março de 2017

A compra da cera

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O apicultor, em afamado estabelecimento comercial, comprou cera (de abelha). O favo, em pré-fabricado, cai no gosto dos insetos. As caixas iscas, em caixilhos, convinham aplicadas em chamarisco (das colmeias). O cliente, em compra do artigo, acudiu na pesagem. O atendente, em astuto vendedor, pesou item (no plástico e produto). O valor, em balança (deveras precisa), apontou nas três dezenas. O freguês, em petição de licença, requereu para mexer no produto. O plástico, em invólucro, assistiu-se subtraída na pesagem. A unidade, em trinta, perpassou aos vinte e nove. O moço, em abano da cabeça, censurou ardil (na atitude). Os mercadores, em perpassar despesa (aos clientes), atentam na malandragem. O sujeito, em “análoga cara-de-pau”, deve perpetrar direitos (de consumidor). O acanhado, em trouxa, apronta alocado no revendo. O pouco, em cá e lá, dá assaz no agregado. O detentor, na grana, dá as laias das barganhas. A pessoa, em primar no pouco, avulta no muito.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: https://educacao.umcomo.com.br

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