quarta-feira, 14 de junho de 2017

A obsessão do vício

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O sujeito, em bocó, deu vazão ao vício. O jogo, em aposta, caiu no gozo. O desafio, em velocidade, competiu em corrida (de charrete). O cavalo, em adestrado, poderia advir na sorte. A competição, no certo lugar, resultou em fragorosa derrota. A instituída aposta, em grana, acabou na inexecutável cobertura. A solução, em saída (de ameaça de morte ao caloteiro), calhou em afiançar besta e veículo. O fato pronuncia: O dinheiro, no fácil, acode em fantasia.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://culturafmorleans.com.br

terça-feira, 13 de junho de 2017

O ancestral costume

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A família, na história, nutria regalia do cômodo e elevado sono. A qualidade, no alento, refletia no desempenho dos afazeres e lazeres. A noite, na deficiência, converte dia no exato inferno. O enigma, no modo dos imemoriais tempos, advinha do ensaio e erudição dos ancestrais. Os antigos, no jeito do leito, criaram escola. As camas, no interno dos cômodos, caíam no mistério do arranjo. A disposição, no típico, ocorria no sentido leste-oeste. A direção, no real, ajustava na rotação da Terra. O planeta, no rodízio do eixo, acontece no sentido anti-horário (oeste-leste). O sol, no levante, advinha na disposição da cabeceira. Os pés, no poente, incorriam no debaixo. A crença, no Antigo Egito e tradição cristã, sustenta analogia na ultravida. Os mortos, no análogo, conferem-se enterrados na direção. O Sol, na lucidez, desenha vida. As minúcias, em casos, perpetram extraordinárias influências. A pessoa, na ciência, ajusta-se aos desígnios do natural. “Cada louco ensaia suas manias”.
Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

Crédito da imagem: https://br.pinterest.com

segunda-feira, 12 de junho de 2017

A convicção colonial

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O moço, em mudanças de governo, conseguiu emprego (em cargo de confiança). A amizade, em “amigo do jovem prefeito”, convergiu na escolha. O bom salário, em função pública, conduziu na evolução (de classe social). Os colegas, em estranhos, advieram em afeição e mérito. Os perpassados amigos, em parceiros (das bebedeiras, esportes e folias), despontaram nos ciúmes. A desconfiança e implicância, em corriqueiro, assistiram-se aplicadas (nos ocasionais convívios). O receio, no particular, afluiu em “este estar melhor do que eu” (no “ganho pão”). O episódio, na convicção colonial, delineia primazia eleitoral. A circunvizinhança, no medo de ser sobrepujada, opta em votar nos aventureiros (do que nos achegados camaradas e vizinhos). O intento, no oculto, assiste em cada qual almejar ser o mais aforado do lugarejo. O sigilo, no segredo dos negócios, cai na chave da prosperidade. A pessoa, em próxima, conhece-se (caráter) na dimensão de tratar com dinheiro.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.gazetadopovo.com.br

O segredo do engenho

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O filho das colônias, no instituído das vivências (campesinas), aplicou outro singelo conto e lorota. Os camaradas, na abjeta instrução (rural), abocanharam engodo. O arranjado camelô, em ovos caipiras, apregoava maravilhas. As unidades, no límpido, caíam nos prodígios. Os consumidores, nos anseios íntimos, sentiam-se acionados. Os resultados, no júbilo feminino, calhavam transcritos nos semblantes. As familiaridades, na cifra e energia, cometiam na ação. A mentira, no encravado do comércio, ocorria no segredo do engenho. As galinhas, no aguçado número de machos (disseminados no largo e plantel), levariam sobrecargas de inseminações. Os inseridos, nos múltiplos espermas, acentuavam faculdades e pretensões humanas. Os amigos, na inocência, confiavam no afiançado e ilustrado. As vendas, no parco momento, acentuaram encomendas e solicitados. Os pessoais, no acertado argumento, confiam na alegoria e magia. O apropriado camelô, no atributo, exalta artigos e serviços.

Guido Lang
“Fragmentos de Sabedoria”

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domingo, 11 de junho de 2017

A singela lembrança

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A colega, em década, contraiu sonhada chácara. O sítio, no chão de origem, acorre em adstrita área. As melhoras, em novas, demandaram altivos investimentos. O amigo, em título de lembrança, ofertou planta. A figueira nativa, em símbolo, completou adentrada. A frondosa árvore, em distância da casa, consentiu transplantada. A singela espécie, no tempo, simboliza amizade e consideração. O vivente, nas andanças, assenta vestígios pelas passagens.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

Crédito da imagem: http://www.ip.usp.br

O tempo próprio

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A chuva, no inverno, caiu em semana inteira. A umidade, em geral, alastrou mofo. Os viventes, em “intuitos de São Pedro”, exteriorizaram choros. A pausa, em especial dia (em sol), permitiu atender tarefas. A água, em nova semanada, continuou no flagelo. O descuidado, no firme tempo, desprezou ocasião. Os afazeres, em conta, mercado e veste, ficaram na espera. A saída, no dilúvio, foi atender obrigações. A estação, em oportuna, assiste em cumprir precisões.

Guido Lang
“Gotas de Sabedoria”

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quinta-feira, 8 de junho de 2017

O escape social

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O quarteto, em calejados anciões, justifica saída do lar. O jogo, em carteado, cairia na distração. A idade, em trabalho, rendeu oportuno e necessário. Os raros anos, em vida, fazem jus (no prazer). As consortes, em sofridas, parecem pactuar nas aventuras. As vistas grossas, em aspectos de alívio, ligam-se em “folga na concessão”. O passeio, em quartas, começa na usual janta. A pança, em cheia (na cerveja e comida), conduz na meteórica saída. A mulherada, em meretrício, completa frequentada. A alegria, em freguesia, calha em ganhos. Os tolos, no ativo gasto, despontam “ordenhados e saqueados”. A festa, na variação de par, calha em conforto e gozo. O constante, em “arroz e feijão”, requeria algum bife (em ocasiões). O orgulho, dentre colegas, incide em ser garanhão. A estirpe, na gastança, sofre contenção de consumo. O medo, em banais incursos, cai em “engrossar pestes”. As esposas, em dóceis, ocultam no ensejo (de atalhar brigas e serviços). As pessoas, em vários jeitos, nutrem impulsos a cerca das necessidades.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

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