terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A casual incriminação

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A mulher, em comparte dos afazeres da roça, intrigava em exata ocorrência. As espigas, em milho verde, faltavam nos pendões. A pastagem, em trato nas instalações, calhava em falta de unidades. O marido, em ciente e confiança, duvidava do fato. O ladrão, em correria e descuido, consentiu em perder peças (em ocasião). Os vigiados, em redobrado, acorreram nas ocupações. A amiga, em visitação, adentrou no fortuito comento. Os assuntos, em variáveis, envolviam afazeres (campestres e caseiros). A dita-cuja, em casual abordagem, comentou na indiscrição e singeleza. O vizinho, em beltrano e próximo, caía em trato de chiqueiro de porco. O milho, em espigas, ocorria em ativo item. O tratador, em lavoura de cereal, advinha na completa ausência. A origem, em produto, afluía no desconhecido e enigmático. A veracidade, em insonhável, abonara feitios de aparecimento. O malandro, em acaso, saiu apontado na invenção. Os achegados, em circunvizinhança, assessoram afazeres e possessões.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://tecnicodeagronegocio.blogspot.com.br/

Imagem meramente ilustrativa.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A obtenção de variedade

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O agricultor, em passeios, circulava em remotas paragens. Os experimentos, em vislumbrados, consistiam em exemplo e instrução. As inovações, em propriedades, advinham em adentradas. A distinta turnê, em certa estada, regeu na degustação de café colonial. A parada, em certa tenda, incidiu na oferta da especial variedade. A batata doce, em artigo de consumo, revelou-se disponível (à venda). A maneira, em velado interesse, consistiu em comprar item. O fruto, em deglutição caseira, apresentou-se peculiar. O modo, em difusão, foi talhar pontas. Os restos, em amanhado, suscitaram brotação. As mudas, em lavoura, calharam na introdução (na possessão). O método colonial, em bulbos e sementes, desponta em banal invenção. A transmissão, em espécies e variedades, adiciona-se ao esmero (da fertilidade e trabalho). A biodiversidade, em minifúndio de subsistência, expõe abastança de produções e recursos. O ministério, em quaisquer ocasiões, delineia aptidão e proveito.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.saudedica.com.br/

domingo, 5 de fevereiro de 2017

O presságio da chuva

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A residente, em cleptomaníaca, acorria no espaço da paragem. As precisões, em artigos de subsistência, advinham na fartura. A arte, em devassidão, caía em excursões e visitas. Algum artifício, em imperceptível, precisaria advir em furtado. A celebridade, em ladra, percorreu comentos e paisagens. O vizinho, em sumiço de galinha, acudia na criação. A surpresa, em preparado excepcional, aguardou ocasião. O tiro, em aprontado de pólvora e sal (grosso), apreendeu malandra. A incursão, em outra peripécia, conduziu em ansiada vítima. A barriga, em membro anatômico, viu-se atingida. A ferida, em criada aberta, deixaria de sarar (em extensas curas). O registro policial, em infração do sistema, afluiu na negação e supressão. A véspera, em prenúncio de chuva, sinalizava egressão de água. A atmosfera, em elevação (na umidade relativa), induzia na vazão. A invenção, em infecunda doação, curou vício. As pessoas, em afrontadas e surrupiadas, despontam irritadas e imprevisíveis.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.astrocentro.com.br/

sábado, 4 de fevereiro de 2017

O insano epílogo

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O ancião, em encanecido festeiro (colonial), achou-se na festa. O baile, em acalorado ambiente urbano (em afamado clube), caía na domingueira. O público, em variável, afluía das distantes paragens. O prazer, em bebidas e chamegos, ruía na intensa conversa e melodia. O vivente, em múltiplas cervejas (pagas), custeou outra rodada. A companhia, em jeitosa e jovem madame, merecia alegria e apreço (da ocasião). A contenção, em parcos anos de vida (em expectativa), findou esquecida (em sabedor). A fala, em compatrício, foi: “Os folgados, em herdeiros, desfrutarão do despojo. O ente, em finado, acaba velado e enterrado no apressado”. O juízo, em presentes do ritual, incide na avaliação: ‘Outro a menos para atrapalhar e incomodar em avançada idade’. A bonificação, em infeliz epílogo, calha em cheia pá de terra. A pessoa, em relações sociais (em parco tempo), decorreu em contumaz esquecido. O exemplo, em sábio, profere próprio modelo. A vida, em bons tempos, vale pelo vivido.

Guido Lang
“Histórias das Colônias” 

Crédito da imagem: http://oblogdojoseandantas.blogspot.com.br/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

A fixação de norte

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Os filhos, em ímpetos da mocidade, externaram excessos. A atitude, em família, caía na falta de ignóbeis atribuições. As alcunhas, em abjeto jargão, acorriam aprendidas do convívio colegial. Os progenitores, em circunstâncias, caíam em imputações deselegantes. O pai, em “fixação de norte”, desenhou limites. As pertenças, em convivência familiar, seriam suprimidas. As represálias, em insistências, proviriam nos “preceitos usuais da origem”. Uma tunda, em progredida idade, cairia no inadequado. Os provedores, em “cama e mesa”, calharam em inaceitáveis títulos. O criador, em possível idade, consertou ordem e respeito. O diálogo, em afinada aclaração e paciência, incidia no inicial modelo. Os escárnios, em brigas e intrigas, acabam em recíprocos insultos. As rédeas, em afrouxadas ou relegadas, tornam difícil restituição. Os limites, em afável convívio, vigoram vínculos. As colônias, em disciplina, careceram de cunhar bandoleiros e foragidos. “A pessoa, em pequeno, torce o pepino”.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://magiaproibida.blogspot.com.br/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A troca de vigia

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A família, em residente do interior, caía na ciência e destreza. O espaço, em morada no domínio, afluía na fecunda função. A criação, em galinhas caipiras, acendia na fácil e rápida ampliação. A abastança, em comida, desenvolvia ágil reprodução. O problema, em famoso criador, acorria em salientes sumiços. As unidades, em largadas livres, esvaeciam no adoidado. Os animais, em silvestres, acudiam na imputação da suspeita. Os cães, em cordiais e vigias, pintavam domados (no excessivo). A velha expressão: “Amigo de todos é amigo de ninguém”. A opção, em experiência, foi alterar guarda. Outro canino, em atiçado e treinada besta, assistiu-se largado no pátio. A ocasião, em falta proposital, conduziu na aclaração. O ladrão, em velho conhecido, ajuizou tratar-se dos iguais. O canídeo, em fuçador, deslumbrou ação e autoria. O malandro, em ameaça, conheceu homília. A próxima, em velada invasão, calharia no indigesto acolhimento. O ofício, em tapeador, incide igualmente em problemas.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.portaldoscaes.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Os acanhados desvios

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O camarada, em feitio de boa gente, auferiu confiança e emprego. O prestativo senhor, em contratado de empregado, cairia na gerência. A tarefa, em “quebra galho”, acudia em múltiplos ofícios. O motorista, em entrega de materiais, ocorria na madeireira. O serviço, em bobeada e descontrole, dirigiu na célere e imediata execução. O servidor, em desonesto, marcava horas em excesso. As entregas, em alargados expedientes, regiam em desvios. Os materiais, em madeiras, foram desviados (ao próprio domínio). As construções, em abrigo e casa, foram restauradas. A obra, em auxílio paterno, ruía nas folgas. O patrão, em aclaração, levou tempo. O dano, em perda, fora amplo. A prova, em falta, conduziu no “deixa pra lá”. A demissão, em compensação, aspirou ulterior fatia. A firma, em descontrole, conduziu na quebra. As pessoas, em retidão, andam no baixo cômputo. O abonado, em múltiplos negócios, perpassa furtado (no velado). As acanhadas subtrações, em contíguo, acendem rompo.

Guido Lang
“Histórias das Colônias”

Crédito da imagem: http://www.br.all.biz/